(Verso 1)
O despertador gritou, o trânsito parou
Mais um dia igual, meu corpo cansou
Joguei a mochila no banco, sem pensar, sem avisar
Meu destino é qualquer um que não seja esse lugar.
(Refrão)
Pé na estrada, o sol na cara, o som no talo
Deixar pra trás a agenda, o chefe, o estalo
Eu quero o cheiro de mato, a poeira, o mar
Hoje eu só volto quando eu me encontrar.
(Verso 2)
Sem e-mail, sem prazo, sem chefe ligando
Só o vento na cara e o som tocando
Tô trocando o cinza do concreto pelo azul do céu
Sou um prisioneiro que acabou de fugir desse cruel papel.
(Refrão)
Pé na estrada, o sol na cara, o som no talo
Deixar pra trás a agenda, o chefe, o estalo
Eu quero o cheiro de mato, a poeira, o mar
Hoje eu só volto quando eu me encontrar.
(Refrão)
Pé na estrada, o sol na cara, o som no talo
Deixar pra trás a agenda, o chefe, o estalo
Eu quero o cheiro de mato, a poeira, o mar
Hoje eu só volto quando eu me encontrar.