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Sempre trabalhando
Na minha criação
Buscando a masterizacão
Como sensei
Treinando meu
Genkay keykey
Que eu carrego na visão
Sedento de informação
Ninja que copia não
Ninja que pega a visão
Direto da aldeia
Me destaco em treinamento
A vários dias que ando
Correndo sem ligar pro tempo
O tic tac bate
Eu pensando 5 anos é
mo tempo
Dedo na ferida arde
Muito mais por dentro
Que por fora
Pense no futuro
Morra no agora
Pense no agora
Escape pelo furo
Sua vida só muda
quando você desce do muro (x2)
Só sente escolhido
Quem se escolhe
Entã relaxa, Desencolhe
Guarda alta
E você contra o mundo
Não de mole, não demore
Muito habituado
Apanhar por fazer de arte
Então não faço corpo mole
Toma dos dois lados
quem não escolhe
Não colhe quem não planta
aprendizado enterrado
No ponto de ebulição da planta
No corpo igual scofield
Batendo rap como se fosse
Holyfield
Farturas, manifesto
Como se fosse magia
Alquimista sangue puro
Flow raro entre iguarias
Inefável quebrando tabu
António o terceiro
Boombap de alma Azul
Avatar, se liga
Príncipe de Marte
Eu vim de lá
Flow sabota
Mun rá viverá
E vera
Que seu legado
Correrá
Nas veias de
quem veio da ponte pra la
Da ponte pra cá o jogo
É diferente
Tem que ser inteligente
Não pode se entregar
Ao ódio
Se quiser lugar no pódio
Deixa chama queimar
Nas ruas chamam nosso nome
Dizem eu você volte para la
Pra lá onde chefe
Fazer o que
Sou fruto das suas ações
Continuação do seu ser
Princípios de Martim
Boombap e rebelião civil
Como forma de ataque
Brainwash
Lavando cabeças
Criando um culto
chamando de arte
A vida bate
Deus da baluarte
Ta eu no ataque
Igual Neymar
Nos se desmarca e marca
A vida bate forte
igual polícia
Que entra e faz revista
Sem modelo
Bota meto, Aterroriza
Pra isso estado tem dinheiro
Exijo investimento
Pra alterar esse roteiro
Não só de prédio amarelo
que se Vive um bom negro.
Negrito negrão,
Navio negreiro não Mais
Vindo de avião
Deixando tudo pra trás
Com o coração na mão
Lembrança na memória
Cantando minha história
E dos meus iguais
Ta eu contra o mundo
Não tenho rivais
Sem papa na língua
Já não somos crianças
Há problemas maiores
Que toda essa ganância
Gangstanismo é problema Cultural
Cuida bem de onde cê pisa
Pra não acabar no jornal
Página principal
Minha banca no topo
Isso aqui é tribo local
Nos na frente tudo normal
Local Tribe
Flow estridente forte como
Veneno de serpente
Aquelas coisa mais pra frente
Antony da saint
Cê ouve cê sente
Ser mais consciente entre
Meus descendentes
Elevei tanto que me tornei
Condescendente
Sigo me libertando das prisões
Que limitam minha mente.