(Instrumental suave)
Eu caminhava olhando pros sapatos
Tropeçando em cadarços desatados e dias ruins
Colecionava uma pilha de"quases" e"talvez"
Numa rotina cinza, sem meios e sem fins
A sorte parecia uma vizinha distante
Que nunca batia na minha porta pra tomar café
Eu já tinha aceitado esse meu jeito errante
De quem caminha muito, mas nunca perdeu a fé
Mas o universo tem umas piadas estranhas
Escreve certo em linhas que eu quase nem sei ler
Numa terça-feira comum, dessas tamanhas
Você apareceu sem nem se precaver
Você virou meu amuleto, meu trevo, meu lar
O amor que eu precisava e nem sabia como falar
Guardei você no sentimento, numa caixinha de vidro
Pra me proteger de tudo o que eu não consigo evitar
O mundo insano, o tempo parece andar devagar
É sorte de bem querer, é sorte de te encontrar
Não foi de primeira, nem significado no olhar
Foi a curva do teu sorriso que me mostrou como amar
Agora o que ficou pra trás já nem importa
Você virou a chave da minha emoção
Hoje esse sentimento tatuado
Marcado no meu coração
Porque no reflexo do teu olho eu me encontrei
E descobri que não estou mais só Pois eu nasci para te amar
Você virou meu amuleto, meu trevo, meu lar
O amor que eu precisava e nem sabia como falar
Guardei você no sentimento, numa caixinha de vidro
Pra me proteger de tudo o que eu não consigo evitar
O mundo insano, o tempo parece andar devagar
É sorte de bem querer, é sorte de te encontrar
(Melodia melancólica que vira esperançosa)
Dizem que é o acaso
Quando o sentimento não importa
Mas a sorte não fez descaso
E finalmente bateu na minha porta
Você virou meu amuleto, meu trevo, meu lar
O amor que eu precisava e nem sabia como falar
Guardei você no sentimento, numa caixinha de vidro
Pra me proteger de tudo o que eu não consigo evitar
O mundo insano, o tempo parece andar devagar
É sorte de bem querer, é sorte de te encontrar
É meu trevo.
É meu par.
Minha sorte.
Amuleto.