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Acendo um ponto que aponta
só pro revés não dá conta
margem de erro não espanta
a quem presumo faz conta
aponte um pote sem lote
e no concurso um malote
veio de inveja deu o bote
e no teu plano calote
um entrevero revejo
causou criaca eu não leio
fazer sua parte é receio
pá qualquer paz tem respeito
Filhos de luta abaixa a luva
escute essa e vem de ajuda
os cara tão cumprindo a meta
tô sem fome e sem arruda
Muito cheio não me iluda
a classe ta esperando um deeez
no ambiente o indivíduo
esse já não sente os pés
O culpado era inocente
esse já não ta presente
foi embalado e enviado
de costume cês nem sente
mentirosos pela lente
tão informando consciente
que o bolso da verdade
fica na sala da frente
Espalha as peça distribui
hoje vai de dominó
vai precisar dos teus iguais
Pá Cabá cás pedra menóor
Acendo um ponto que aponta
só pro revés não dá conta
margem de erro não espanta
a quem presumo faz conta
Brisou de pouco é resumo
bateu a caixa é insumo
obra terrível no mudo
coca põe gás no teu mundo
O invisível prevalece
passa reto não se estresse
se ajeite no argumento
a reunião vai ser no centro
Um blindando apavorado
veste terno é letrado
de barreira um polimento
só mostrar seu documento
passa ileso ligeiro
um delegado cabrero
é só papel páa assinar
o resultado corriqueiro
me fala agora a novidade
esquece ai o contratempo
sem manchete só verdade
quero ver qual é o momento
Escolhe o choro pra ter dó
a mira cega o armado
jogo tá fácil põe pó
todas valas são do estado
esse é pouco preocupado
se cê rima e qual o fardo
aposte, love, reze e vote
tanto faz, já é culpado
Acendo um ponto que aponta
só pro revés não dá conta
margem de erro não espanta
a quem presumo faz conta
Qualquer apito, reaja!
Aqui as baratas são naja
e tem veneno que hidrata
pagou? ta certo! se abraça!