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Sigo Sem Saber
A saudade bate na porta, mas eu não abro
Deixo ela lá fora, chorando o nosso adeus
Eu mudei de cidade, mudei de endereço
Mas a minha alma ainda vive em você, meu bem
Sigo com a vida, mas a sua falta me consome
Como o silêncio da noite, que me abraça e não me deixa esquecer
Dizem que a vida é pra ser vivida e o amor pra ser esquecido
Mas tem coisas que o tempo não apaga, só esconde
Eu olho pra trás, só vejo um campo de batalha
Onde as memórias viraram flores, mas com espinhos
Eu sigo sem saber pra onde a estrada vai me levar
Se um dia vou te encontrar de novo, ou se vou me perder de vez
O nosso amor virou uma canção que eu canto sozinho
A cada verso, uma lembrança, uma lágrima, um adeus
E no final de cada refrão, a mesma pergunta
De quem é a culpa agora, a sua, a minha, a nossa?
Eu sigo sem saber...
O amor, a gente sabe, é uma semente que a gente planta
E a gente rega com o tempo e com carinho
Mas o nosso virou um deserto, onde a gente só regou com dor
E agora a gente colhe o silêncio, o abandono, a solidão
Eu sigo sem saber pra onde a estrada vai me levar
Se um dia vou te encontrar de novo, ou se vou me perder de vez
O nosso amor virou uma canção que eu canto sozinho
A cada verso, uma lembrança, uma lágrima, um adeus
E no final de cada refrão, a mesma pergunta
De quem é a culpa agora, a sua, a minha, a nossa?
Eu sigo sem saber...
Sigo sem saber...