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O sol desponta no céu, o dia já chama,
A vida é mais leve no trote da vida.
O cheiro da terra molhada renova o meu ser,
No lombo do meu cavalo, aprendo a viver.
Os rios correm livres, o vento é refrão,
Cada curva da trilha me dá direção.
Passo a passo, sou poesia escrita no chão,
E andar a cavalo é sentir o sertão.
Na trilha do vento, eu sou liberdade,
Carrego a força da natureza, minha verdade.
O galope da vida me faz sonhar,
No lombo do meu cavalo, o mundo é meu lugar.
As árvores sussurram segredos ancestrais,
Histórias guardadas no verde dos pinhais.
Meu cavalo entende, sem eu precisar falar,
É meu guia fiel, pra nunca parar.
O campo é minha igreja, o céu, meu altar,
O som dos cascos é prece a me embalar.
No silêncio do vento, escuto o coração,
Bate em compasso com a sela e a canção.
Na trilha do vento, eu sou liberdade,
Carrego a força da natureza, minha verdade.
O galope da vida me faz sonhar,
No lombo do meu cavalo, o mundo é meu lugar.
Cada passo que ele dá, é como voar,
Deixo pra trás o peso de qualquer lugar.
No galope encontro a paz que sempre quis,
Na trilha do vento, eu sou feliz.
Na trilha do vento, eu sou liberdade,
Carrego a força da natureza, minha verdade.
O galope da vida me faz sonhar,
No lombo do meu cavalo, o mundo é meu lugar.
A cidade me chama, mas minha alma diz: não,
Aqui no sertão, encontro minha razão.
Longe do caos, a paz enfim descobri,
No abraço da natureza, sou parte daqui.
E quando o dia se vai e a lua brilhar,
Meu cavalo e eu seguimos, sem querer parar.