Carlin, Aquele que Ousou Vencer-ESC

Carlin, Aquele que Ousou Vencer

歌手:ESC

专辑:O Concelho

时间:2025-12-01

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歌词

No reino do Sul, varrido em tormento,

O povo vivia sem alento.

Pesadelos densos, doenças sem fim,

E ao centro de tudo reinava Carlin.

Os olhos marejados, a alma partida,

Via seu povo perder a vida.

“Se os céus nos negam compaixão,

eu irei buscá-la com minha mão.”

Chamou os anciões ao salão de prata,

E o sonho tornou-se a sua estrada.

No leito fechado, o corpo a dormir,

Mas ao mundo dos deuses ele conseguiu invadir.

Carlin, um homem com um bom coração,

Rasgou o véu da imensidão,

Tomou da arte o seu poder,

Do ar, o dom de renascer,

E até do sonhos, o dom de ver

O que até os deuses temeram saber.

Carlin, o homem que ousou vencer

No plano etéreo de luz flutuante,

Três deuses dançavam em tom arrogante.

Drako sorria com sua arte brilhante,

Desdenhando do humano insignificante.

Carlin perguntou: “Então é assim?

Enquanto o Sul morre, vocês riem de mim?

Escolham um jogo, que eu jogo até o fim.”

E Drako aceitou calando o seu rir.

“Vejamos, mortal, se tens devoção.

Se tua arte vencer minha criação.”

E Carlin jugou sua alma por um fio,

A dor do seu povo acendeu o pavio.

Drako caiu ao chão, vencido em refrão,

Pois o humano guardava um grande dom.

Carlin, um homem com um bom coração,

Rasgou o véu da imensidão,

Tomou da arte o seu poder,

Do ar, o dom de renascer,

E até do sonhos, o dom de ver

O que até os deuses temeram saber.

Carlin, o homem que ousou vencer

Veerren surgiu em véus coloridos,

Tecendo pesadelos em fios retorcidos.

“Durma profundamente, ó rei mortal.

Se escapar, te dou meu dom ancestral.”

Carlin acordou em espelhos quebrados,

Caminhos que levam a gritos calados.

Mas desenhou no chão, com pura razão,

O símbolo solar da libertação.

O sonho partiu-se em devoção,

Veerren tombou, presa em sua própria prisão.

Carlin, um homem com um bom coração,

Rasgou o véu da imensidão,

Tomou da arte o seu poder,

Do ar, o dom de renascer,

E até do sonhos, o dom de ver

O que até os deuses temeram saber.

Carlin, Aquele que ousou vencer

Meredith o levou a um breu profundo,

“Enfrenta meus filhos, que guardam o mundo.

Demônios do vento surgem no ar,

Morra se ousar respirar.”

Carlin entrou na caverna sem cor,

Sentiu o vento rasgar-lhe a dor.

Mas fechou os olhos, ouviu o vazio,

E transformou o silêncio em sombras e frio.

No passo certeiro, o vento caiu,

E Meredith, sem trono, sucumbiu.

Três deuses tremiam na luz dividida,

Sem força, sem canto, sem alma erguida.

Carlin tomou os poderes de punho fechado,

E disse aos deuses subjulgados:

“Se os deuses fogem da dor humana,

então que vivam no mundo que profana.”

E os expulsou do céu radiante,

Jogou-os na terra como andarilhos errantes.

Sem dons, sem glória, sem direção,

Vagando eternos pela criação.

Carlin, um homem com um bom coração,

Rasgou o véu da imensidão,

Tomou da arte o seu poder,

Do ar, o dom de renascer,

E até do sonhos, o dom de ver

O que até os deuses temeram saber.

Carlin, Aquele que ousou vencer

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