Deus no Esconderijo do Verso (Ao Vivo)-Padre Fábio de Melo

Deus no Esconderijo do Verso (Ao Vivo)

时间:2016-03-18

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歌词

Deus no Esconderijo do Verso (Ao Vivo) - Padre Fábio de Melo

Written by:Padre Fábio de Melo

Quando a voz escondida no

Vento resolve cantar

Quando o verso embrulhado

Nas ondas aprende a dizer

Quando estrela cadente no

Cé u faz clarã o na cidade

O poeta que vê

Sob a luz já se prostra

Tanta cruz tanta desarmonia

No mundo a gritar

E o poeta com a luz recebida

Prepara o altar

E no rito que bem aventura

A palavra consola

Tira o peso da cruz

Solidã o vai embora

Toda vez que a divina palavra

Na voz tã o humana

Se traduz se revela nos canto e bendiz

Alinhado esse chã o ao seu cé u

Faz bordado nas almas dos ré us

Põ e caminhos nos pé s dos

Que antes nã o tinha aonde ir

Toda vez que o dourado do cé u

Cai na prata da histó ria

E o misté rio se deixa mostrar

Nos caminhos da voz

Faz profeta o poeta e cantor

Da palavra faz gesto de amor

E polvilha de luz o caminho

Pra quem nele for

Toda vez que o profano recebe

No ventre da alma

A beleza da arte que em deus tem raiz

O divino nos desce do cé u

Sobre o mundo derrama o seu vé u

E a beleza rendibe

O caminho nos põ e noutra luz

Quando a dor no secreto

Do mundo consegue falar

Com tal coisa alojado nas

Sombras aprende a dizer

Quando a morte nas dramas

Da vida nos rouba a palavra

O artista que vê

Pede a deus a resposta

E num misto de luz e ternumbra

Se põ e a buscar

A resposta que nunca responde

Mas faz prosseguir

E na arte que reza sem voz

Todo artista tempera

A dureza do chã o

Com esperanç as eternas

Toda vez que a divina palavra

Na voz tã o humana

Se traduz se revela nos

Cantos e bendiz

Alinhado esse chã o ao seu cé u

Faz bordados nas almas dos ré us

Põ e caminho nos pé s dos

Que antes nã o tinha aonde ir

Toda vez que o dourado do cé u

Cai na prata da histó ria

E o misté rio se deixa mostrar

Nos caminhos da voz

Faz profeta o poeta e cantor

Da palavra faz gesto de amor

E polvilha de luz

O caminho pra quem nele for

Toda vez que o profano recebe

No ventre da alma

A beleza da arte que em deus tem raiz

O divino nos desce do cé u

Sobre o mundo derrama o seu vé u

E a beleza rendime

O caminho nos põ e noutra luz

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