(Verso 1)
Três da manhã, e eu ando pelas ruas desertas
Só os faróis e as minhas perguntas incertas
Concreto e silêncio, meus únicos parceiros
Conto meus medos pros prédios, meus sonhos pros semáforos.
(Refrão)
E eu converso com a cidade, enquanto ela me escuta
Essa selva de pedra que me acolhe e me chuta
Sou só mais um ponto de luz nessa imensidão
Buscando um norte no meio da poluição.
(Verso 2)
A cidade dorme, e a minha alma tá acordada
Cada esquina me lembra uma história passada
O vento frio no rosto parece um conselho
Dizendo"calma, moleque, você é só um reflexo nesse espelho".
(Refrão)
E eu converso com a cidade, enquanto ela me escuta
Essa selva de pedra que me acolhe e me chuta
Sou só mais um ponto de luz nessa imensidão
Buscando um norte no meio da poluição.
(Refrão)
E eu converso com a cidade, enquanto ela me escuta
Essa selva de pedra que me acolhe e me chuta
Sou só mais um ponto de luz nessa imensidão
Buscando um norte no meio da poluição.
(Verso 1)
Três da manhã, e eu ando pelas ruas desertas
Só os faróis e as minhas perguntas incertas
Concreto e silêncio, meus únicos parceiros
Conto meus medos pros prédios, meus sonhos pros semáforos.
(Refrão)
E eu converso com a cidade, enquanto ela me escuta
Essa selva de pedra que me acolhe e me chuta
Sou só mais um ponto de luz nessa imensidão
Buscando um norte no meio da poluição.
(Verso 2)
A cidade dorme, e a minha alma tá acordada
Cada esquina me lembra uma história passada
O vento frio no rosto parece um conselho
Dizendo"calma, moleque, você é só um reflexo nesse espelho".
(Refrão)
E eu converso com a cidade, enquanto ela me escuta
Essa selva de pedra que me acolhe e me chuta
Sou só mais um ponto de luz nessa imensidão
Buscando um norte no meio da poluição.
(Refrão)
E eu converso com a cidade, enquanto ela me escuta
Essa selva de pedra que me acolhe e me chuta
Sou só mais um ponto de luz nessa imensidão
Buscando um norte no meio da poluição.