Me Deixa Voar
(Verso1)
Nem liga se o mundo colapsar lá fora
Aqui dentro é adrenalina, alma que não implora
Vício no volante, farol fechado
Coração na pista, sem freio, acelerado
Me chama de louco, mas quem vive sou eu
Cada cicatriz no corpo é um"não" que venceu
Não conto vantagem, só conto os preju
Mas cada queda me ensinou a virar o jogo e dar replay no início
(Pré-refrão)
Se eu sumir por uns dias, é só minha alma de rolê
Voando longe do tédio, do cinza e do porquê
(Refrão)
Desculpa meu voo (voo)
Foda-se a norma (norma)
Quem vive sonha
Mas quem sonha e luta, transforma
E eu tô no nível (no mais imprevisível)
Desculpa meu jeito (menina)
Foda-se o script (o script)
Pois quem vive de verdade
Sabe que o caos é só um feat
(Verso 2)
Cês falam de paz, mas vivem de treta
Cês pedem respeito, mas plantam ofensa
No corre eu não minto, sou nó na sentença
Mas minha mente é blindada, não perde a crença
Vim da viela, do breu, da ausência
Mas levo no peito a luz da resistência
Tem dia que o mundo me testa no limite
Mas eu devolvo com verso, igual bang na vitrine
Me vi cercado por vício, mentira e contrato
Mas escolhi ser livre, não mais um retrato
Meus passos são firmes, sem GPS
Só fé no caminho e o resto esquece
(Pré-refrão)
E se o banco de trás virar rave de novo
É só minha mente fugindo do povo
(Refrão)
Desculpa meu voo (voo)
Foda-se a norma (norma)
Quem vive sonha
Mas quem sonha e luta, transforma
E eu tô no nível (no mais imprevisível)
Desculpa meu jeito (menina)
Foda-se o script (o script)
Pois quem vive de verdade
Sabe que o caos é só um feat
(Verso 3)
Não me mede, que eu tô fora da régua
Vivência me moldou, não foi conversa de colega
Coração blindado, mente afiada
Aprendi que quem muito fala, no final não vale nada
Só progresso, zero pressa, sigo meu compasso
Na contramão do sistema, sem perder o traço
Enquanto uns dormem em berço, eu dormi no aço
Mas cada queda foi impulso pra voar mais alto
Vibe de rave no banco, mas é real o som
Não é só batida forte, é a alma que dá o tom
Pelos que tão na correria, e os que já se foram
Faço minha arte, tipo revolta que vira ouro
(Ponte com variação)
Se quiser saber quem sou, vê no olho, sente a dor
Cada rima, um tremor, tipo trovão no tambor
Essa lombra é poesia, insônia é combustível
Tô vivendo o improvável, transformando o impossível.
(Verso 4)
Não me mede, que eu tô fora da régua
Vivência me moldou, não foi conversa de colega
Coração blindado, mente afiada
Aprendi que quem muito fala, no final não vale nada
Só progresso, zero pressa, sigo meu compasso
Na contramão do sistema, sem perder o traço
Enquanto uns dormem em berço, eu dormi no aço
Mas cada queda foi impulso pra voar mais alto
Vibe de rave no banco, mas é real o som
Não é só batida forte, é a alma que dá o tom
Pelos que tão na correria, e os que já se foram
Faço minha arte, tipo revolta que vira ouro
(Ponte com variação)
Se quiser saber quem sou, vê no olho, sente a dor
Cada rima, um tremor, tipo trovão no tambor
Essa lombra é poesia, insônia é combustível
Tô vivendo o improvável, transformando o impossível.