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(Verso 1)
A gente não brigou, não teve despedida
Nenhuma porta foi batida, nenhuma ferida
Apenas o silêncio, o tempo e a distância
E a nossa sintonia perdeu a constância.
(Refrão)
E hoje somos só dois estranhos com memórias em comum
Do tempo em que a gente era mais do que só um
Um nó na garganta, um sorriso sem graça
É a vida que segue, é o tempo que passa.
(Verso 2)
Outro dia eu te vi atravessando a rua
A mesma camiseta, a mesma cara de lua
Por um segundo eu pensei em te chamar, gritar teu nome
Mas a verdade é que hoje a gente já nem sabe do que fala.
(Refrão)
E hoje somos só dois estranhos com memórias em comum
Do tempo em que a gente era mais do que só um
Um nó na garganta, um sorriso sem graça
É a vida que segue, é o tempo que passa.
(Refrão)
E hoje somos só dois estranhos com memórias em comum
Do tempo em que a gente era mais do que só um
Um nó na garganta, um sorriso sem graça
É a vida que segue, é o tempo que passa.