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Rumo ao Branco - Tereza
Peito aberto mãos fechadas
Rumo ao branco
Rumo aos olhos
Que um dia a venda tapou
Esquecem que um dia morou
Na escuridão
Lado a lado a todo sonho
De quem já se entregou
E corre sozinho lágrimas no caminho
Ouça
A batida que vem do ar
Grite
Sempre que for respirar
De minhas mão escorre o tempo
O olhar sem fim
O seco do ar
Que mancha e marca a pele
Sufoca e mata ao som
Do Mesmo sino
Que nunca parou próximo aos céus sob o vento
Que sempre é cruel e fere o pensamento
O ar que deixa o ócio o vento
Ouça
A batida que vem do ar
Grite
Sempre que for respirar
Ouça
A batida que vem do ar
Grite
Sempre que for respirar