Enquanto você me conforta
Não me sinto tão só
Já estive aqui uma vez, e vou lhe dizer...
O que importa. Um instante, o tempo
E com você
Não tem princípio e fim
Tudo o que restou...
Sem medo de olhar algo além do que se vê
E tudo o que sobrou...
Doces lembranças, do acaso...
Do acaso...
Leve e cálido, na finitude de outros tempos
Mas o que há de se esperar?
Marcas guardadas do que já foi e nem se previu
Não via a hora de te encontrar
E sigo sem saber...
Como, lhe dizer!
Tudo o que restou...
Sem medo de olhar, algo além do que se vê
E tudo o que sobrou...
Doces lembranças, do acaso...
Do acaso...
Do acaso...
Do acaso...
O que torna a indolência do nosso amor
É o tempo que remete o que te tornou
Foi o tempo que te provou
Do mais doce ao dissabor
É o tempo
É o tempo
É o tempo...