No quarto de motel, só o eco da solidão
Onde o vil metal domina o coração
Falsas promessas, restou desilusão
Só raiva e ódio, nessa escuridão
Entre lençóis manchados, mora a desolação
No beco sem saída do vil metal, sem razão
Você me vendeu como um produto, sem piedade
Agora sou fantasma, na penumbra, na verdade
Nas paredes sujas, ecoam as mentiras
Entre os lençóis frios, o amor vira cinzas
Você me deixou em frangalhos, sem rumo, sem chão
Agora só resta a angústia, a vontade de esquecer
Não me aprisiono mais nessa armadilha de ilusão
A lição aprendi, na solidão, na escuridão
Você não merece redenção, nem um verso de perdão
Só há espaço para a raiva, no meu coração
No quarto de motel, só o eco da solidão
Onde o vil metal domina o coração
Falsas promessas, restou desilusão
Só raiva e ódio, nessa escuridão
Você me deixou em frangalhos, sem rumo, sem chão
Agora só resta a angústia, a vontade de esquecer
Não me aprisiono mais nessa armadilha de ilusão
A lição aprendi, na solidão, na escuridão
Você não merece redenção, nem um verso de perdão
Só há espaço para a raiva, no meu coração
No quarto de motel, só o eco da solidão
Onde o vil metal domina o coração
Falsas promessas, restou desilusão
Só raiva e ódio, nessa escuridão
Só raiva e ódio, nessa escuridão