Sei lá eu ser mais. Mas não há de ser nada.
Deixa viver, e estraga. Que não há de ser nada.
E eu sei o mal que soa. Mas não há de ser nada.
É o entardecer, esquece. Não há de ser nada.
Esquece o tom, que o frio dá-te outra cor.
Vinho e flores. Sem sol para ser maior.
Vem que eu vou. Sem tom. Sem estrada.
Para ser quem sou há tanto outono em mim.