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Lavoura - Teresa Cristina e Grupo Semente
Quatro da manhã
Dor no apogeu
A lua já se escondeu
Vestindo o ceu de puro breu
E eu mal vejo a minha mão
A rabiscar esboço de canção
Poesia vã
Pobre verso meu
Que brota quando feneceu
A mesma flor que concebeu
Perdido na alucinação
Do amor
Acreditando na ilusão
Canto pra esquecer a dor da vida
Sei que o destino do amor
É sempre a despedida
A tristeza e o grão
Saudade e o chão onde eu planto
Do ventre da solidão
É que nasce o meu canto
Quatro da manhã
Dor no apogeu
A lua já se escondeu
Vestindo o ceu de puro breu
E eu mal vejo a minha mão
A rabiscar esboço de canção
Poesia vã
Pobre verso meu
Que brota quando feneceu
A mesma flor que concebeu
Perdido na alucinação
Do amor
Acreditando na ilusão
Canto pra esquecer a dor da vida
Sei que o destino do amor
É sempre a despedida
A tristeza e o grão
Saudade e o chão onde eu planto
Do ventre da solidão
É que nasce o meu canto
Canto pra esquecer a dor da vida
Sei que o destino do amor
É sempre a despedida
A tristeza e o grão
Saudade e o chão onde eu planto
Do ventre da solidão
É que nasce o meu canto
Do ventre da solidão
É que nasce o meu canto