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No abrigo do Altíssimo descanso profundo,
Seu manto me guarda do caos do mundo.
Lâminas da noite não ferem meu ser,
Pois d’Ele é a força que me faz vencer.
No refúgio eterno, minh’alma repousa,
A fé é meu escudo, espada gloriosa.
A peste sombria não há de me tocar,
Nem o terror oculto poderá me alcançar.
Anjos em guerra me cercam no véu,
Erguem muralhas entre o abismo e o céu.
Não temo o caos, nem a espada que impera,
Pois Sua luz rompe a noite severa.
Na noite fria, Ele é chama em mim,
No vale da morte, eu não vejo o fim.
Sua voz reluz nas trevas da dor,
E o inferno se cala ao toque do amor.
Do pó me ergue, com poder sem fim,
E mostra que a vitória vive em mim.
Nenhum mal domina onde Ele está,
Pois Sua promessa jamais falhará.
Sob as asas do Altíssimo a voar,
Entre o silêncio e o fogo do altar.
Mil cairão sob o toque do céu,
Firme estarei em Emmanuel.
Na noite fria, Ele é chama em mim,
No vale da morte, eu não vejo o fim.
Sua voz reluz nas trevas da dor,
E o inferno se cala ao toque do amor.
E quando o tempo findar, ouvirei Seu soar,
No céu de fogo, voltarei a lutar.
Pois quem confia no Amor real,
Habitará no abrigo do Deus Imortal.
Na noite fria, Ele é chama em mim,
No vale da morte, eu não vejo o fim.
Sua voz reluz nas trevas da dor,
E o inferno se cala ao toque do amor.