Na trilha da existência, passo a passo,
Onde cada pequeno grão é um universo vasto,
Risos de criança ecoam no compasso,
E a vida se desdobra em um mágico contraste.
Tardes ensolaradas, jardins em festa,
Orvalho da manhã, como pérolas a brilhar,
A ternura de um abraço,
a alegria que resta,
No olhar contemplativo,
a criação a se revelar.
Gratidão que brota, suave e sincera,
Pela dádiva dos dias, pelo mistério do ser,
Pela dança das horas,
Pela dança das horas, pela primavera,
Pelo dom de sentir, pelo simples prazer.
Mas oh, quão passageira é a jornada,
Voraz o tempo, que não conhece retorno,
Cada momento vivido, uma memória gravada,
Numa viagem de ida, tecendo o eterno adorno.
Então celebremos a vida, seu sutil encanto,
As singelezas do caminho, a luz do entardecer,
Pois cada segundo é precioso, e enquanto,
Podemos respirar, devemos a vida agradecer.
Então celebremos a vida, seu sutil encanto,
Pela dança das horas, pela primavera,
Pelo dom de sentir, pelo simples prazer.
Mas oh, quão passageira é a jornada,
Voraz o tempo, que não conhece retorno,
Cada momento vivido, uma memória gravada,
Numa viagem de ida, tecendo o eterno adorno.
Então celebremos a vida, seu sutil
Pela dança das horas, pela primavera,
Pelo dom de sentir, pelo simples prazer.
Mas oh, quão passageira é a jornada,
Voraz o tempo, que não conhece retorno,
Cada momento vivido, uma memória gravada,
Numa viagem de ida, tecendo o eterno adorno.
Então celebremos a vida, seu sutil
Pela dança das horas, pela primavera,
Pelo dom de sentir, pelo simples prazer.
Mas oh, quão passageira é a jornada,
Voraz o tempo, que não conhece retorno,
Cada momento vivido, uma memória gravada,
Numa viagem de ida, tecendo o eterno adorno.
Então celebremos a vida, seu sutil
Pela dança das horas, pela primavera,
Pelo dom de sentir, pelo simples prazer.
Pois cada segundo é preciso
e enquanto podemos respirar
devemos a vida agradecer
Então celebremos a vida, seu sutil
Pela dança das horas, pela primavera,
Pelo dom de sentir, pelo simples prazer.