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Mas Que Baita Gauchada - César Oliveira & Rogério Melo/Anomar Danúbio Vieira/Carlos Madruga
Numa lobuna potrinha boba de freio
Apertei bem os arreios e larguei no rumo da aguada
Pra tomá um trago e atirá um osso ferrado
No bolicho do Pintado metendo suerte clavada
Trote Monarca cacho atado a cantagalo
Pois se ando de a cavalo não é de medo das cobras
Ganho minha vida pechando boi sobre as garras
E ás vezes faço uma farra sempre que a plata me sobra
Vinha cruzando num rancho costa de cerro
E nisso me atira um beijo uma linda na janela
Nego pachola já quis me luzir pra outra
Levei o corpo na potra e esbarrei lá junto dela
Achei bonito e fiz uma graça com o pala
E a lobuna se resvala e prende um coice nos talher
Perdi os estribos de pronto as rédeas me toma
Fui botar fora essa doma só por causa de mulher
Perdi os estribos de pronto as rédeas me toma
Fui botar fora essa doma só por causa de mulher
Peguei o grito e a lobuna não me ouviu
Em duas se repartiu mandando lombo comigo
Me agarrou mal e eu tive que cruza a perna
Só Deus é quem me governamas eu respeito o perigo
Mas que serviço mas que baita gauchada
Na frente dessa morada perfumada de jasmim
Fiquei de a pé e ela rindo na cancela
E essa linda da janela nem era tão linda assim
Vinha cruzando num rancho costa de cerro
E nisso me atira um beijo uma linda na janela
Nego pachola já quis me luzir pra outra
Levei o corpo na potra e esbarrei lá junto dela
Achei bonito e fiz uma graça com o pala
E a lobuna se resvala e prende um coice nos talher
Perdi os estribos de pronto as rédeas me toma
Fui botar fora essa doma só por causa de mulher
Perdi os estribos de pronto as rédeas me toma
Fui botar fora essa doma só por causa de mulher
Fui botar fora essa doma só por causa de mulher
E essa linda da janela nem era tão linda assim