(Verso 1)
No Rio de Janeiro, onde o sol abraça,
Cidade maravilhosa, na luta que não passa.
Na favela o coração, batendo forte,
Nas ruas, a força que suporta.
é camelô fugindo do rápa,
a mercadoria que não se abala,
o sustendo do menorzinho que vem da quebrada,
carioca sofredor.
(Refrão)
Ser forte no Rio, é viver a batalha,
Com Cafezoide, a vida não é uma falha.
Na Cidade Maravilhosa, com garra,
A força que nos move, não se cala.
(Verso 2)
Na beira da praia, no calor do asfalto,
O som do funk, é o pulso do asfalto.
Entre morros e vielas, a resiliência é tanta,
Ser forte no Rio, é uma dança.
é camelô fugindo do rápa,
a mercadoria que não se abala,
o sustendo do menorzinho que vem da quebrada,
carioca sofredor.
(Pré-Refrão)
No calor da batalha, a mente é blindada,
No trap carioca, a alma é moldada.
Ser forte no Rio, é viver a jornada,
Na batida do funk, a coragem é declarada.
(Refrão)
Ser forte no Rio, é viver a batalha,
Com Cafezoide, a vida não é uma falha.
Na Cidade Maravilhosa, com garra,
A força que nos move, não se cala.
(Ponte)
Entre o Pão de Açúcar e o Cristo Redentor,
A força do carioca é o seu maior valor.
No calor da luta, no som do tambor,
Aqui a resiliência é o nosso amor.
(Verso 3)
No samba que ecoa, na ginga do passo,
Ser forte no Rio, é enfrentar o compasso.
Na favela, na praia, na dança do asfalto,
A força é o nosso maior salto.
é camelô fugindo do rápa,
a mercadoria que não se abala,
o sustendo do menorzinho que vem da quebrada,
carioca sofredor.
(Pré-Refrão)
No calor da batalha, a mente é blindada,
No trap carioca, a alma é moldada.
Ser forte no Rio, é viver a jornada,
Na batida do funk, a coragem é declarada.
(Refrão)
Ser forte no Rio, é viver a batalha,
Com Cafezoide, a vida não é uma falha.
Na Cidade Maravilhosa, com garra,
A força que nos move, não se cala.
(Outro)
Então, no Rio de Janeiro, na resistência a pulsar,
A força que carregamos, jamais vai se apagar.
Com Cafezoide, na batida a ecoar,
Ser forte no Rio, é a vida abraçar.