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O silêncio grita entre as paredes do meu ser
Teu nome é um veneno que eu quero beber
o sangue escorre no frio do meu olhar
E a voz da tua ausência me ensina a calar
(Refrão)
Caímos em um abismo sem fim, sem perdão
Teu toque é o fantasma no meio da escuridão
Agora sou cinzas, no teu esquecimento
ainda estou vivo, mas morto por dentro
Teu sorriso era o sol em um céu corrompido
Prestes a me jogar num abismo infinito
com os pulsos cortados e por dentro ferido
entre memórias e dor, eu caminho perdido
(Refrão)
Caímos em um abismo sem fim, sem perdão
Teu toque é o fantasma no meio da escuridão
Agora sou cinzas, no teu esquecimento
ainda estou vivo, mas morto por dentro
(Instrumental)
Ponte:
Tentei correr, mas o chão desabou
Tua imagem me persegue, me arrasta pra dor
Os dias são feridas abertas no peito
Teu adeus é um pacto que um dia foi feito
(Refrão)
Caímos em um abismo sem fim, sem perdão
Teu toque é o fantasma no meio da escuridão
Agora sou cinzas, no teu esquecimento
ainda estou vivo, mas morto por dentro