Nas tabernas antigas, contam o conto proibido,
De um homem que ria diante do perigo.
João — nome comum, mas destino sem igual,
Ergueu o copo e selou o pacto real.
De vinho e coragem, forjou seu brasão,
Fez do bar seu castelo, da vida — canção.
Quando os fracos caíam, ele os erguia do chão,
E brindava ao caos:"Aqui reina o irmão!"
Ele é João, o Destilado Real,
Rei das noites, servo do ideal.
Entre copos e promessas no final,
Bebe a dor — e transforma em ritual!
Aqui o trovão dos risos ecoa no salão,
O rei sem coroa, mas dono do coração.
Quando o mundo desaba e o dia é fatal,
Surge João — o Destilado Real!
Vieram os bravos, os fortes, os frios,
Mas nenhum resistiu aos seus desafios.
Com um brinde, vencia, sem espada ou escudo,
Sua arma era o álcool, seu reino, o absurdo.
Aos amigos perdidos, fazia oração,
Com whisky e lágrimas, selava união.
E quando alguém chorava, ele ria com dor:
"Se a vida é amarga, brinda ao sabor!"
Nos becos da alma, onde ninguém é normal,
Ele jurou proteger o riso imortal.
Com garrafas ao vento e alma febril,
Fez da embriaguez um ato sutil.
E quando a lua o chamava ao fim,
João respondia com brinde e gim:
"Se eu cair, que seja dançando,
Se eu morrer, que seja cantando!"
Ele é João, o Destilado Real,
Rei das noites, servo do ideal.
Entre copos e promessas no final,
Bebe a dor — e transforma em ritual!
Mas o trovão dos risos ecoa no salão,
O rei sem coroa, mas dono do coração.
Quando o mundo desaba e o dia é fatal,
Surge João — o Destilado Real!
Mas toda lenda um dia vacila,
E o copo da glória também se destila.
Num brinde ao destino, ele se perdeu,
No fundo da garrafa, o rei adormeceu...
Mas dizem que à meia-noite, no bar celestial,
Ainda se ouve sua risada imortal.
E quem ergue o copo com alma leal,
Sente o toque do Destilado Real.
E o eco do riso atravessa o véu,
João ergue o copo, desafia o céu.
Com voz de trovão, ele brada afinal:
"Por amigos e sonhos — um brinde imortal!"
Holly João… o Destilado Real.