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Gaúcha - César Oliveira & Rogério Melo/Anomar Danúbio Vieira/Marcello Caminha
Gaúcha é a querência dos gaúchos
Gaúcha companheira mãe mulher
É a flor matreira que caiu da corticeira
Foi rio abaixo e se enredou nos aguapés
É a vastidão de campo aberto num céu azul
Que aqui no sul em poesia se retrata
É a lua cheia confidente dos amantes
Que elegante a cada quarto veste prata
É a lua cheia confidente dos amantes
Que elegante a cada quarto veste prata
Gaúcha é a santa aparecida protetora dos ginetes
Gaúchos que das esporas fazem glórias e devoção
Campeira ciência da doma pela boca dos cavalos
Cana de rédea serena e firme na mão
É a verdadeira tradição deste meu pago
É cuia de mate amargo cevando a paz no rincão
É uma cantiga que brota feito uma prece
Quando o silêncio emudece para escutar um violão
É uma cantiga que brota feito uma prece
Quando o silêncio emudece para escutar um violão
Gaúcha é uma gineteada num xucro mandando lombo
É a polvadeira de um tombo que é o resultado de um pialo
É a estrela dalva ponteando a barra do dia
É a lida das sesmarias que acorda o canto dos galos
É a fronteira do rio grande um sentimento
Que no momento é o que me chama e o que me pucha
É esta vida que o meu povo tem na estampa
E com certeza esta pampa cada vez bem mais gaúcha
É esta vida que o meu povo tem na estampa
E com certeza esta pampa cada vez bem mais gaúcha
Gaúcha é a santa aparecida protetora dos ginetes
Gaúchos que das esporas fazem glórias e devoção
Campeira ciência da doma pela boca dos cavalos
Cana de rédea serena e firme na mão
É a verdadeira tradição deste meu pago
É cuia de mate amargo cevando a paz no rincão
É uma cantiga que brota feito uma prece
Quando o silêncio emudece para escutar um violão
É uma cantiga que brota feito uma prece
Quando o silêncio emudece para escutar um violão
É uma cantiga que brota feito uma prece
Quando o silêncio emudece para escutar um violão