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Verso 1
No silêncio da alma, escuto o julgamento,
Não de fora, mas do meu próprio pensamento.
A verdade não grita, ela sussurra baixinho,
No espelho da vida, cada ato é um caminho.
Justiça não é toga, nem martelo na mão,
É ouvir a própria sombra e curar com o perdão.
A chama da consciência arde sem queimar,
Ilumina o escuro que tento ocultar.
Refrão
Acende a chama, olha pra dentro,
A justiça real é teu próprio centro.
Não é vingança, nem punição,
É transformar dor em compreensão.
Acende a chama, sente a essência,
Só há justiça com consciência.
Antes de julgar o mundo que se vê,
Julga o que o teu coração não quer dizer.
Verso 2
Quantas vezes a mão que aponta é a que fere,
Quantas leis se quebram quando o ego interfere.
Mas quem tem coragem de se examinar,
Sabe que a paz só vem de se perdoar.
Na corte interna, o juiz é o sentir,
O réu é o orgulho que insiste em mentir.
Mas quando a luz interna se faz presente,
O erro vira lição, e a dor, semente.
Refrão
Acende a chama, olha pra dentro,
A justiça real é teu próprio centro.
Não é vingança, nem punição,
É transformar dor em compreensão.
Acende a chama, sente a essência,
Só há justiça com consciência.
Antes de julgar o mundo que se vê,
Julga o que o teu coração não quer dizer.
Verso 3
O mundo é reflexo do que pulsa em nós,
Se não há compaixão, ecoamos em voz.
A chama que arde em quem quer despertar,
Não queima o outro, só aprende a amar.
A justiça divina não pune nem exclui,
Ela ensina, molda, acolhe e conduz.
O fogo da consciência é brando e profundo,
Quem se acende por dentro, transforma o mundo.
Refrão Final
Acende a chama, olha pra dentro,
A justiça real é teu próprio centro.
Não é vingança, nem punição,
É transformar dor em compreensão.
Acende a chama, sente a essência,
Só há justiça com consciência.
Enquanto houver sombra dentro de si,
A luz da verdade vai insistir.