"A Vista do Topo"
Olho pra baixo, e o mundo é um mapa de luzes
As ruas que eu andei, os becos, as cruzes
Estão ali, distantes, parte da história
As mesmas luzes que me viram sem glória
Hoje são testemunhas do voo que eu dei
No topo da montanha, no topo da lei
O ar é mais puro, a vista é sem filtro, sem preço
E o coração dispara, eu sinto que eu mereço
Lembro do Sinal Verde, da noite na estrada
Deixei o medo na poeira, e a alma tá lavada
O jogo virou, e eu sou o protagonista
A paisagem lá embaixo é a minha nova pista
A vista do topo não tem igual
Um horizonte sem limite, a minha obra prima, a minha obra prima
A vista do topo é a prova real
Que o sonho não é loucura, ele é o meu manual
A vista do topo, eu tô aqui
Cheguei sem atalho, sem me desviar, sem desistir
O vento sopra forte, me trazendo lembranças
Das vozes que disseram que eu não tinha chances
A mesma voz que ecoa no meu fone de ouvido
É a prova que o trabalho não foi em vão, não foi perdido
Eu sou o resultado da minha própria profecia
Minha vida é o roteiro, minha alma é a poesia
Não é sobre ser o maior, é sobre ser o único
A luz que brilha lá embaixo, eu sou o meu próprio pico
Lembro do Sinal Verde, da noite na estrada
Deixei o medo na poeira, e a alma tá lavada
O jogo virou, e eu sou o protagonista
A paisagem lá embaixo é a minha nova pista
A vista do topo não tem igual
Um horizonte sem limite, a minha obra prima, a minha obra prima
A vista do topo é a prova real
Que o sonho não é loucura, ele é o meu manual
A vista do topo, eu tô aqui
Cheguei sem atalho, sem me desviar, sem desistir
Quando a gente chega aqui, a gente entende o preço
O tempo não volta, e não tem mais regresso
Mas a paz de ter conquistado tudo por mérito
É o que faz a jornada ser meu próprio crédito
Eu não subo sozinho, subo com a minha fé
E o meu legado é a prova de quem acredita, quem é
"O topo... é só o começo."