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A Cor da Aflição - Guilherme Arantes
Onde está seu jogo de pernas
Ou quem sabe o sangue de verão
Sua pele em vez de abafar
Tem a cor da aflição
Tem a cor da aflição
Onde está seu jogo de pernas
Ou quem sabe o sangue de verão
Sua pele em vez de abafar
Tem a cor da aflição
Tem a cor da aflição
Sua vida agitada
É um corre escorrega
É um sufoco um pecado acabar
De minutos contados
De atos calculados
Seus ouvidos não digerem
Mais que a contundente
Ponta do compasso
Seus amigos tão assim num vai e vem
Não dizem nada certo
Saia dessa se for esperto
Saia dessa e diga
Onde está seu jogo de pernas
Ou quem sabe o sangue de verão
Sua pele em vez de abafar
Tem a cor da aflição
Tem a cor da aflição
Onde está seu jogo de pernas
Ou quem sabe o sangue de verão
Sua pele em vez de abafar
Tem a cor da aflição
Tem a cor da aflição
São palavras inúteis
Idéias tão frágeis
Que lhe gastam o tempo e a razão
E os eternos jogos mentais
Sobre coisas banais
Seus ouvidos não digerem
Mais que a contundente ponta do compasso
Seus amigos tão assim num vai e vem
Não dizem nada certo
Saia dessa se for esperto
Saia dessa e diga
Onde está seu jogo de pernas
Ou quem sabe o sangue de verão
Sua pele em vez de abafar
Tem a cor da aflição
Tem a cor da aflição