Luz baixa, coração cheio, mente no jogo…
A vida ensina na marra, mas hoje eu voo de novo…
Já vi o mundo virar cinza, mas pintei de ouro,
Corri sozinho na chuva, hoje eu valho o dobro.
Prometi pra mim mesmo: nunca perco o tom,
Se a alma pesa, eu canto… vira combustível, som.
No retrovisor ficou o medo que eu tinha,
No peito, a fé que grava a rota da minha linha.
Quem duvidou hoje aplaude meu esforço,
Eu vim do nada, mas sempre tive meu norte no bolso.
E quando o vento bate forte, eu não desisto,
Caminho lento, mas constante — é nisso que eu insisto.
Se a vida fecha portas, eu construo o acesso,
Eu vim do breu, da sombra… hoje eu brilho mais que o reflexo.
Noite de ouro, alma leve — eu tô vencendo,
Dor virou vibração, olha o peso que eu tô perdendo.
Tudo que eu sonhei tá chegando, eu reconheço,
Foi Deus guiando meus passos enquanto eu buscava endereço.
Noite de ouro, coração no alto, sem receio,
Dei o primeiro passo e o resto veio no meu meio.
Se a luta me chamou, eu fui… agora eu cresço,
Quem planta com verdade colhe dobro — e eu mereço.
Já tropecei na pressa, mas aprendi com calma,
Os cortes que levei moldaram a força da minha alma.
A meta nunca foi dinheiro — sempre foi mudança,
Viver aquilo que eu canto, devolver esperança.
Se a vida é estrada longa, então deixei o freio,
Hoje eu acelero o sonho no limite do desejo.
E pra quem disse “não” lá atrás, eu deixo o beijo,
Meu foco é o topo — e a paz eu carrego no peito.
E mesmo que o mundo tente apagar meu brilho,
Tenho um sol dentro de mim que nunca perde o estilo.
A fé que me move é blindada contra os desvios,
Se a maré sobe, eu flutuo… não deixo virar vazio.
Noite de ouro, alma leve — eu tô vencendo,
Dor virou vibração, olha o peso que eu tô perdendo.
Tudo que eu sonhei tá chegando, eu reconheço,
Foi Deus guiando meus passos enquanto eu buscava endereço.