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Beat pesado bate no peito tipo trovão
Favela segue firme, resistência é tradição
2026 chegou, o morro tá online
A voz da quebrada ecoando igual sirene
No bit forte eu vou, favela me ensinou
A levantar da queda e virar o jogador
Realidade é dura, mas ninguém me parou
Da laje eu vejo o futuro que o asfalto não mostrou
No bit forte eu vou, favela me ensinou
A viver cada dia com coragem e com amor
Se o mundo fecha as portas, a quebrada abriu pro voo
E o meu som vira grito que ninguém silenciou
Nas vielas que acendem luz antes do sol nascer
O corre é diário, a luta é pra sobreviver
Tem mãe batalhando, tem pai que não pôde
Tem sonho engavetado, mas o peito não explode
O menino da laje quer vencer sem se perder
Quer trampo, quer respeito, quer chance pra crescer
O coração bate forte quando escuta o batidão
Porque sabe que é no som que ele solta a pressão
É que a vida ensinou: cada passo é vitória
Cada rua carrega um pedaço da história
O morro tem dor, mas também tem memória
É força, é união, é favela que brilha na glória
No bit forte eu vou, favela me ensinou
A levantar da queda e virar o jogador
Realidade é dura, mas ninguém me parou
Da laje eu vejo o futuro que o asfalto não mostrou
No bit forte eu vou, favela me ensinou
A viver cada dia com coragem e com amor
Se o mundo fecha as portas, a quebrada abriu pro voo
E o meu som vira grito que ninguém silenciou
Tem dia de sorriso, tem dia de tensão
Mas todo morador carrega um leão
O baile é refúgio, o beat vira oração
E a comunidade inteira se encontra no refrão
É criança no campinho driblando preocupação
É avó falando"vai firme, meu filho, não baixa o coração"
O futuro é incerto, mas o sonho é gigante
Quem nasce na favela já nasce resistente
E quando o grave vem batendo eu lembro de onde eu vim
Do Borel, da Penha, Rocinha, Vidigal, Chapadão assim
Cada canto é raiz, cada história, um jardim
E a voz da favela crescendo não tem fim
No bit forte eu vou, favela me ensinou
A levantar da queda e virar o jogador
Realidade é dura, mas ninguém me parou
Da laje eu vejo o futuro que o asfalto não mostrou
No bit forte eu vou, favela me ensinou
A viver cada dia com coragem e com amor
Se o mundo fecha as portas, a quebrada abriu pro voo
E o meu som vira grito que ninguém silenciou