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Entre ruínas e fumaça, escondi meu coração
Segui fantasmas que chamavam de razão
Mas todo império que ergui desabou no chão
E na poeira ouvi a voz da redenção
Morrer é o início, não o final
Cinzas não são prisão, mas um portal
Preciso nascer de novo, deixar o velho homem cair
Das sombras às chamas, escolher enfim ressurgir
O preço foi pago na cruz, o sangue abriu o caminho
Na morte encontro vida, em Cristo já não ando sozinho
Quantos altares ergui ao orgulho mortal?
Quantos segredos guardei em silêncio letal?
Mas o Espírito sopra, e não posso negar
Que só quem morre para o mundo pode de fato viver em Seu lugar
Quantas máscaras vão se despedaçar?
Na luz não há véus para ocultar
Preciso nascer de novo, deixar o velho homem cair
Das sombras às chamas, escolher enfim ressurgir
O preço foi pago na cruz, o sangue abriu o caminho
Na morte encontro vida, em Cristo já não ando sozinho
Não basta crer de longe, é preciso morrer por dentro
A verdade corta, consome, revela o intento
O que é nascido da carne à carne retornará
Mas o que nasce do Espírito jamais se apagará
Nascer de novo! Ou nada restará…
Deixar as cinzas, o fogo consumirá
A morte caiu, o inferno foi derrotado
E o Filho do Homem declarou: “Está consumado!”